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Revisão Fiscal
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Revisão Fiscal

Revisão fiscal no ES: análise retrospectiva de ICMS, substituição tributária, créditos e obrigações acessórias com a MARP Contabilidade, em Vitória/ES.

Revisão Fiscal

A revisão fiscal é um processo retrospectivo de análise crítica e pontual dos principais procedimentos adotados pela empresa em seus processos fiscais e tributários. Seu objetivo é verificar se as melhores práticas estão sendo aplicadas no cálculo, no recolhimento e na declaração dos tributos ao fisco, e, quando não estiverem, apontar o que precisa ser corrigido e em que ordem de prioridade.

É um trabalho de olhar para trás para decidir melhor daqui em diante. A revisão fiscal examina o que a empresa efetivamente fez em períodos já encerrados: como classificou seus produtos, como apurou seus tributos, como tratou créditos e débitos, como escriturou suas operações e o que informou nas obrigações acessórias. Dessa leitura saem duas descobertas igualmente importantes: riscos que precisam ser tratados e valores que podem ter sido pagos indevidamente.

A MARP Contabilidade e Consultoria é um escritório de contabilidade privado sediado em Vitória, no Espírito Santo, com cerca de 20 anos de atuação em revisão fiscal, escrita fiscal, contabilidade e consultoria tributária, com especialização em ICMS e em incentivos fiscais capixabas. Esta página explica o que é a revisão fiscal, o que ela examina, como o trabalho é conduzido, quais resultados são possíveis e quais são os seus limites.

A MARP Contabilidade é um escritório de contabilidade privado, sem vínculo, convênio de representação ou subordinação em relação à Receita Federal, à SEFAZ-ES, às prefeituras ou a qualquer outro órgão público. A legislação tributária é estatal, e a MARP atua como consultoria contábil e tributária privada na análise dos procedimentos da empresa, na identificação de riscos e oportunidades legítimas e na orientação das correções. Decisões sobre restituição, ressarcimento ou compensação dependem dos órgãos públicos competentes.

Descubra o que a sua empresa vem fazendo de errado sem saber

A maior parte dos erros fiscais é silenciosa e se repete por muitos meses. Apresente o cenário da sua empresa à MARP Contabilidade para uma revisão fiscal que identifique riscos e pagamentos indevidos com base em dados.

O que é revisão fiscal?

Revisão fiscal é a análise técnica retrospectiva dos procedimentos fiscais e tributários adotados por uma empresa em períodos já encerrados, com o objetivo de verificar a correção do cálculo, do recolhimento e da declaração dos tributos e de identificar riscos, inconsistências e valores pagos indevidamente.

Ela se diferencia de dois trabalhos vizinhos. A escrita fiscal executa a rotina: registra, apura e declara, mês a mês. O planejamento tributário olha para frente: estuda alternativas antes do fato gerador. A revisão fiscal olha para trás, com olhar crítico, sobre o que já foi feito, e é justamente por isso que ela costuma ser a porta de entrada para os outros dois.

O caráter é ao mesmo tempo crítico e pontual. Crítico porque questiona premissas em vez de confirmá-las. Pontual porque se concentra nos procedimentos que efetivamente têm relevância financeira e de risco para aquela empresa, em vez de tentar reconferir tudo indistintamente. Uma boa revisão fiscal prioriza.

O que a revisão fiscal examina?

O escopo depende da atividade e do regime tributário, mas normalmente cobre as frentes abaixo.

Classificação fiscal e cadastro de produtos

Conferência de NCM, descrição, CST, CFOP e sujeição à substituição tributária, item por item. É a frente que mais frequentemente explica erros sistemáticos, porque o cadastro alimenta toda a apuração.

Apuração de ICMS

Verificação de base de cálculo, alíquotas, créditos aproveitados e não aproveitados, hipóteses de vedação e de estorno, tratamento das operações interestaduais e cálculo do diferencial de alíquotas.

Substituição tributária

Análise da sujeição por item e por estado, das bases presumidas e margens aplicadas, do tratamento das operações subsequentes e das hipóteses de ressarcimento, restituição e complemento previstas na legislação.

Tributos federais

Conforme o regime, revisão da apuração de PIS, COFINS, IPI, IRPJ e CSLL, com atenção a base de cálculo, créditos, exclusões e adições, receitas e despesas classificadas de forma inadequada.

ISS e obrigações municipais

Quando houver prestação de serviços, verificação de enquadramento, alíquotas, local de incidência e retenções aplicáveis.

Obrigações acessórias e consistência

Conferência de coerência entre documentos fiscais emitidos, livros, SPED Fiscal, EFD Contribuições, declarações estaduais e municipais e escrituração contábil. Divergência entre bases é um dos principais gatilhos de intimação.

Tratamentos incentivados

Nas empresas que operam sob benefícios ou regimes especiais, verificação da segregação das operações alcançadas, das vedações de crédito associadas e da capacidade de comprovar as contrapartidas assumidas.

Que resultados uma revisão fiscal pode produzir?

Os resultados dependem inteiramente do que os dados revelarem, e nenhuma estimativa pode ser feita antes da análise. Em termos conceituais, os desfechos possíveis são:

  • Identificação de riscos: procedimentos que podem gerar cobrança futura, com indicação de prioridade e de forma de tratamento;
  • Identificação de pagamentos indevidos: tributo recolhido a maior por erro de classificação, de base, de alíquota ou de aplicação da substituição tributária;
  • Créditos não aproveitados: hipóteses permitidas pela legislação que deixaram de ser utilizadas;
  • Correção de rotinas: ajustes de cadastro, de parametrização e de procedimento que impedem a repetição do erro;
  • Consistência entre declarações: alinhamento das bases informadas, reduzindo gatilhos de fiscalização;
  • Base para planejamento: a carga tributária efetiva medida com precisão, que serve de ponto de partida para decisões futuras;
  • Segurança para operações societárias: informação confiável para processos de crédito, auditoria, venda ou entrada de sócio;
  • Conclusão de adequação: quando os procedimentos estão corretos, e isso também é um resultado valioso.

É importante insistir nesse último ponto. Uma revisão fiscal que conclui que a empresa está fazendo certo entrega tranquilidade, e não "nada". Revisão feita para justificar um resultado predefinido não é revisão.

Recuperação de valores: o que é possível e o que não é

Quando a revisão fiscal identifica tributo pago indevidamente, existem hipóteses legais de restituição, ressarcimento e compensação, aplicáveis conforme a situação e o procedimento previsto na legislação.

Três condições precisam ser observadas. A primeira é a existência de hipótese legal para o caso concreto. A segunda é a prova documental: sem trilha de documentos, escrituração e memória de cálculo, não há como sustentar o pedido. A terceira é o prazo: a legislação estabelece limites temporais para pleitear valores, e períodos mais antigos podem estar fora de alcance.

Também é preciso dizer o que não é possível. Nenhum valor pode ser prometido antes da análise, nenhum prazo de decisão pode ser garantido e nenhuma consultoria pode assegurar deferimento: decisões sobre restituição, ressarcimento ou compensação dependem dos órgãos públicos competentes. Propostas que apresentam percentuais de recuperação antes de olhar os dados devem ser tratadas com desconfiança.

Solicite uma revisão fiscal com escopo definido

Uma revisão fiscal séria começa por definir período, tributos e prioridades, e não por prometer resultado. Fale com a MARP Contabilidade, em Vitória/ES, para entender como o escopo é dimensionado no seu caso.

Erros mais encontrados em revisões fiscais

Alguns achados se repetem com frequência, praticamente independentemente do setor.

  • NCM incorreta ou descrição de produto incompatível com a classificação adotada;
  • CFOP inadequado à natureza da operação praticada;
  • CST informado de forma incompatível com o tratamento tributário aplicável;
  • Produto tratado como sujeito à substituição tributária quando não está, ou o contrário;
  • Margem de valor agregado desatualizada após alteração normativa;
  • Diferencial de alíquotas calculado com base na regra da origem, e não do destino;
  • Créditos legítimos não aproveitados, sobretudo de ativo imobilizado e de serviços;
  • Créditos aproveitados em hipótese vedada, especialmente quando há benefício fiscal;
  • Devoluções, cancelamentos e cartas de correção mal escriturados;
  • Divergência entre notas emitidas, escrituração, SPED, declarações e contabilidade;
  • Ausência de segregação entre operações incentivadas e não incentivadas;
  • Falta de memória de cálculo capaz de reproduzir apurações de períodos anteriores.

O padrão é claro: a maioria dos erros nasce no cadastro e se propaga pela apuração. Por isso a revisão fiscal quase sempre recomenda, além das correções pontuais, a arrumação da base que originou o problema.

Como a revisão fiscal é conduzida

Uma revisão fiscal precisa de método, porque volume de dados sem priorização produz relatório e não resultado.

  • Entendimento da operação: atividade, produtos, fornecedores, clientes e mercados;
  • Definição do escopo: período a analisar, tributos abrangidos e prioridades;
  • Levantamento dos dados: relação de itens, arquivos fiscais, apurações e declarações;
  • Conferência de integridade da base recebida e identificação de lacunas;
  • Revisão de classificação fiscal e do cadastro de produtos;
  • Análise da apuração dos tributos, com créditos, débitos e vedações;
  • Conferência de substituição tributária e de diferencial de alíquotas por item e por destino;
  • Verificação de consistência entre documentos, livros, escriturações digitais e contabilidade;
  • Quantificação dos achados, separando risco de oportunidade;
  • Parecer técnico com recomendações priorizadas e fundamentação normativa;
  • Plano de correção, incluindo retificações quando cabíveis;
  • Implantação dos ajustes e acompanhamento posterior.

A definição de escopo, na segunda etapa, é decisiva. Uma revisão de tudo, em todos os períodos, raramente é viável e quase nunca é necessária. O que funciona é começar pelo que tem mais peso financeiro e mais risco, e avançar a partir dali.

Documentos e informações necessárias

Revisão fiscal se faz sobre documentos. Sem base, o que existe é opinião.

  • Relação completa de produtos, com NCM, descrição e unidade;
  • Cadastro fiscal atual dos itens, com CST, CFOP e tratamento por estado;
  • Arquivos de SPED Fiscal e EFD Contribuições dos períodos a revisar;
  • Notas fiscais de entrada e de saída, ou seus arquivos eletrônicos;
  • Relatórios de apuração e memórias de cálculo dos tributos;
  • Guias de recolhimento, inclusive de substituição tributária e de diferencial de alíquotas;
  • Declarações federais, estaduais e municipais entregues no período;
  • Escrituração contábil digital e escrituração do IRPJ e da CSLL;
  • Demonstrações contábeis e balanços dos exercícios revisados;
  • Notas de aquisição de ativo imobilizado e contratos de serviços relevantes;
  • Informações sobre benefícios, regimes especiais e tratamentos em vigor;
  • Autos de infração, intimações e defesas anteriores, quando houver.

Quem deve fazer uma revisão fiscal?

Deve fazer a empresa cuja operação tem volume ou complexidade suficientes para que erros de procedimento se tornem financeiramente relevantes, e, sobretudo, a empresa que nunca fez.

Os perfis com maior retorno de revisão são:

  • Atacadistas e distribuidores com muitos itens e vendas para múltiplos estados;
  • Importadores, pela integração entre operação aduaneira, custo e apuração;
  • Indústrias, pela cadeia de insumos, produtos intermediários e imobilizado;
  • Empresas de comércio eletrônico, pelo volume de documentos e regras de destino;
  • Varejistas com mix amplo e forte presença de substituição tributária;
  • Empresas que operam sob tratamentos incentivados de ICMS;
  • Empresas com histórico de autuação, intimação ou divergência declarada;
  • Empresas que trocaram de sistema, de escritório contábil ou de equipe fiscal;
  • Empresas em processo de crédito, auditoria, venda ou entrada de sócio.

Esse último caso merece nota. Em operações societárias e de crédito, a existência de passivo fiscal oculto costuma aparecer na diligência da outra parte, e é muito melhor conhecer e tratar o problema antes do que descobri-lo durante a negociação.

Como a MARP Contabilidade conduz a revisão fiscal

A MARP Contabilidade conduz a revisão fiscal como consultoria contábil e tributária privada, em quatro frentes: definição de escopo, análise sobre dados, parecer priorizado e implantação das correções.

A definição de escopo evita desperdício. A partir do entendimento da operação, define-se o período a analisar, os tributos abrangidos e as frentes prioritárias, considerando relevância financeira, risco e disponibilidade de dados. Escopo aberto consome orçamento sem entregar decisão.

A análise é feita sobre a base real: relação de itens, arquivos fiscais, notas, apurações, declarações e contabilidade. Cada achado é quantificado e classificado (risco de cobrança ou oportunidade de correção) e recebe fundamentação normativa. Achado sem quantificação e sem base legal não serve para decidir.

O parecer traduz o resultado em plano: o que corrigir primeiro, o que exige retificação de obrigações já entregues, o que depende de pedido a órgão público e o que deve permanecer como está. Sempre com a ressalva de que a legislação pode ser alterada e de que decisões sobre restituição, ressarcimento ou compensação dependem dos órgãos competentes.

A implantação é o que faz a revisão valer: correção do cadastro de produtos, ajuste de parametrização fiscal, revisão de rotinas de apuração e escrituração, retificações cabíveis e, quando aplicável, organização de pedidos. Cerca de 20 anos de atuação com empresas capixabas de comércio, atacado, importação, distribuição e indústria dão à MARP repertório prático nesse trabalho.

Comece por um diagnóstico de prioridades

Antes de uma revisão fiscal completa, um diagnóstico inicial já indica onde estão os riscos maiores e o que compensa analisar primeiro. Fale com a MARP Contabilidade, em Vitória/ES, para dimensionar o trabalho.

Limitações e pontos de atenção

  • Nenhum valor de recuperação pode ser prometido antes da análise dos dados;
  • Existe prazo legal para pleitear valores, e períodos mais antigos podem estar fora de alcance;
  • Recuperação depende de hipótese legal, de prova documental e de procedimento próprio;
  • Decisões sobre restituição, ressarcimento e compensação são dos órgãos públicos competentes;
  • Correções podem exigir retificação de obrigações acessórias já entregues;
  • Retificação pode ter consequências, inclusive de penalidade, dependendo do caso;
  • Revisão pode identificar recolhimento a menor, com necessidade de regularização;
  • Base de dados incompleta limita o alcance da análise;
  • Nenhuma revisão elimina o risco de fiscalização;
  • A responsabilidade pela veracidade das informações fornecidas é da empresa;
  • Caminhos que envolvam simulação, omissão ou interposição fraudulenta não são conduzidos.

Vale destacar o sétimo item. Uma revisão fiscal honesta reporta também o que está a menos, e não apenas o que está a mais. Cliente que só quer ouvir a metade boa está pedindo um relatório, não uma revisão.

Revisão fiscal em empresas com incentivos de ICMS no Espírito Santo

Empresas capixabas que operam sob tratamentos tributários de ICMS previstos na legislação estadual têm um motivo adicional para fazer revisão fiscal: nelas, um erro de escrituração não gera apenas cobrança, pode comprometer o próprio enquadramento.

A revisão, nesses casos, verifica se as operações alcançadas pelo tratamento estão corretamente segregadas em relação às demais, se as vedações de crédito associadas ao benefício foram observadas, se existe memória de cálculo capaz de reproduzir a apuração de qualquer período, se as obrigações acessórias estão consistentes entre si e com a contabilidade e se a empresa tem como comprovar as contrapartidas assumidas.

É frequentemente aqui que se perde um benefício regularmente concedido, não por falta de direito, mas por falha de controle. A MARP conduz esse tipo de revisão com a especialização em ICMS e em incentivos fiscais capixabas que caracteriza o escritório, sempre na condição de consultoria privada, sem qualquer vínculo com órgãos públicos.

Revisão fiscal e a troca de escritório contábil

A revisão fiscal é especialmente indicada quando a empresa troca de escritório contábil, porque erros herdados continuam produzindo efeito e podem se tornar responsabilidade prática de quem assume.

Nesses casos, a revisão funciona como fotografia de entrada: verifica a integridade dos arquivos recebidos, a consistência entre escrituração, declarações e contabilidade, a existência de pendências e o estado do cadastro de produtos e da parametrização fiscal. Essa fotografia evita a situação mais desconfortável possível: descobrir um problema antigo meses depois, quando ele já virou intimação.

Também é útil na direção oposta. Empresas que estão insatisfeitas com o serviço atual, mas em dúvida sobre trocar, podem começar por uma revisão fiscal independente: o resultado dirá, com dados, se o problema é de execução, de processo interno ou de expectativa mal ajustada.

Reforma tributária e revisão fiscal

A reforma tributária do consumo prevê a substituição gradual dos tributos atuais por novos tributos sobre consumo, com um período de transição que segue em regulamentação. Isso torna a revisão fiscal mais urgente, e não menos.

Durante a transição, empresas conviverão com sistemáticas em paralelo, e a base de dados que sustentará essa convivência é a que existe hoje. Cadastro de produtos correto, classificação revisada, memória de cálculo preservada, conciliações em ordem e arquivos acessíveis são o que permite atravessar a mudança sem improviso. Além disso, os prazos legais para pleitear valores pagos indevidamente continuam correndo, independentemente da reforma.

Como o desenho da transição continua sendo detalhado, tratar cenários futuros como certeza seria imprudente. O que se pode recomendar com segurança é corrigir o que está errado agora e organizar a base, porque esse trabalho tem valor imediato e valor futuro.

Quando fazer uma revisão fiscal?

  • Quando a empresa nunca passou por uma revisão fiscal independente;
  • Quando o cadastro de produtos nunca foi revisado tecnicamente;
  • Após intimação, autuação ou divergência declarada ao fisco;
  • Ao trocar de escritório contábil, de sistema ou de equipe fiscal;
  • Quando a carga tributária efetiva parece descolada do padrão do setor;
  • Quando a empresa passou a vender para novos estados;
  • Quando a empresa adere a tratamento incentivado de ICMS;
  • Antes de operação de crédito, auditoria, venda ou entrada de sócio;
  • Antes de um planejamento tributário, para medir corretamente o ponto de partida;
  • Periodicamente, como rotina de controle, em empresas de maior complexidade.

Revisão fiscal para empresas de todo o Brasil

A MARP Contabilidade também atende nacionalmente. Sediada em Vitória, no Espírito Santo, a MARP atende clientes em diversos estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Alagoas, Goiás, Pará, Amapá, Bahia e Distrito Federal.

Empresas desses estados podem contar com a MARP para a revisão fiscal, com reuniões remotas e o mesmo acompanhamento técnico oferecido aos clientes capixabas.

Perguntas frequentes sobre revisão fiscal

O que é revisão fiscal?

É um processo retrospectivo de análise crítica e pontual dos principais procedimentos adotados pela empresa em seus processos fiscais e tributários, com o objetivo de verificar se as melhores práticas estão sendo aplicadas no cálculo, no recolhimento e na declaração dos tributos ao fisco. Dela resultam a identificação de riscos, de inconsistências e de valores eventualmente pagos de forma indevida.

A MARP Contabilidade tem vínculo com órgãos do governo?

Não. A MARP Contabilidade é um escritório de contabilidade privado, sem vínculo, subordinação, credenciamento ou representação de qualquer órgão público. A legislação tributária é estatal, e a MARP atua como consultoria contábil e tributária privada na análise dos procedimentos da empresa e na orientação das correções. Decisões sobre restituição, ressarcimento ou compensação dependem dos órgãos públicos competentes.

Qual a diferença entre revisão fiscal e planejamento tributário?

A revisão fiscal olha para trás, analisando criticamente o que já foi feito em períodos encerrados. O planejamento tributário olha para frente, estudando alternativas antes do fato gerador. Os dois se complementam: a revisão mede corretamente a situação atual e corrige erros, e é justamente essa base confiável que permite um planejamento consistente. Planejar sobre base errada produz conclusão frágil.

O que a revisão fiscal analisa?

Normalmente classificação fiscal e cadastro de produtos, apuração de ICMS com créditos e vedações, substituição tributária e diferencial de alíquotas, tributos federais conforme o regime, ISS e obrigações municipais quando houver serviços, consistência entre documentos, livros, escriturações digitais e contabilidade e, nas empresas sob benefícios, a segregação das operações e a comprovação das contrapartidas.

Que período pode ser revisado?

Tecnicamente é possível analisar qualquer período com dados disponíveis, mas a definição do escopo considera os prazos legais aplicáveis a eventuais pedidos e a relevância financeira de cada exercício. A legislação estabelece limites temporais para pleitear valores, e períodos mais antigos podem estar fora de alcance. Por isso o escopo é dimensionado no início, e não descoberto no meio do trabalho.

É possível recuperar tributo pago indevidamente?

Existem hipóteses legais de restituição, ressarcimento e compensação, aplicáveis conforme a situação e o procedimento previsto na legislação. São necessárias três condições: hipótese legal para o caso, prova documental que sustente o pedido e prazo dentro do limite aplicável. Nenhum valor pode ser prometido antes da análise, e a decisão cabe aos órgãos públicos competentes.

Quanto a revisão fiscal pode recuperar?

Não há como estimar antes de olhar os dados, e qualquer percentual apresentado previamente deve ser tratado com desconfiança. O resultado depende do que os documentos revelarem: em algumas empresas há erros relevantes e repetidos; em outras, os procedimentos estão corretos e o resultado da revisão é a tranquilidade de saber disso. Ambos os desfechos são legítimos.

A revisão pode descobrir que pagamos menos do que deveríamos?

Pode, e essa descoberta é tão importante quanto a oposta. Identificar recolhimento a menor permite tratar o problema de forma organizada, com regularização e correção de rotina, em vez de esperar a fiscalização. Uma revisão honesta reporta as duas direções: o que está a mais e o que está a menos, com quantificação e recomendação de prioridade para cada achado.

Quais documentos são necessários?

Normalmente relação completa de produtos com NCM, cadastro fiscal dos itens, arquivos de SPED Fiscal e EFD Contribuições, notas de entrada e saída ou seus arquivos eletrônicos, relatórios de apuração e memórias de cálculo, guias de recolhimento, declarações federais, estaduais e municipais, escrituração contábil digital, demonstrações contábeis, notas de imobilizado e informações sobre benefícios em vigor.

Quanto tempo leva uma revisão fiscal?

Depende do escopo definido: período analisado, tributos abrangidos, volume de itens, número de estados de destino e disponibilidade dos arquivos. Uma revisão pontual em uma frente específica é rápida; uma revisão ampla em empresa com milhares de produtos e abrangência nacional exige trabalho por etapas, com priorização. O prazo é estimado após a leitura inicial dos dados.

A correção exige retificar declarações já entregues?

Em muitos casos sim, observados os procedimentos e os prazos previstos na legislação. A retificação pode ter consequências, inclusive de penalidade, dependendo da situação. Por isso a decisão sobre corrigir, e como corrigir, é tomada depois da análise técnica e da comparação entre as alternativas, sempre com o cliente ciente dos efeitos de cada caminho.

Revisão fiscal serve para empresas do Simples Nacional?

Serve. Ainda que a apuração principal ocorra no regime unificado, permanecem relevantes a segregação de receitas por anexo, a substituição tributária, o diferencial de alíquotas e a correta classificação fiscal dos produtos, todos passíveis de erro. Além disso, a revisão frequentemente indica se a permanência no Simples Nacional continua sendo a melhor alternativa, com base em cálculo.

Como a MARP Contabilidade conduz a revisão fiscal?

A MARP define o escopo a partir do entendimento da operação, analisa a base real de dados, quantifica cada achado separando risco de oportunidade, emite parecer com recomendações priorizadas e fundamentação normativa e conduz a implantação das correções, incluindo cadastro de produtos, parametrização fiscal, rotinas de apuração e retificações cabíveis. O escritório é privado, sediado em Vitória/ES, com cerca de 20 anos de atuação.

Como começar?

O primeiro passo é uma conversa técnica em que a empresa apresenta sua atividade, seu regime tributário, seu mix de produtos, os estados de destino e o histórico de eventuais intimações ou divergências. A partir disso é possível definir o escopo da revisão fiscal, indicar quais frentes têm maior potencial de risco ou de correção e listar os documentos necessários para começar.

Fale com a MARP Contabilidade

Apresente o cenário da sua empresa para entender como a revisão fiscal pode ser conduzida dentro da sua realidade operacional e tributária. A MARP Contabilidade é um escritório privado de contabilidade e consultoria, com cerca de 20 anos de experiência aplicados à revisão fiscal, à escrita fiscal, à contabilidade e à análise tributária no Espírito Santo.

O atendimento é feito na sede da MARP, nas salas 903 a 906 do Ed. Praia Office, Rua Eugênio Netto, 488, Praia do Canto, Vitória/ES, CEP 29055-270, com reuniões remotas quando necessário.

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Entre em contato com a MARP Contabilidade, em Vitória/ES, para definir o escopo de uma revisão fiscal, entender os documentos necessários e identificar, com base em dados, o que pode ser corrigido na sua empresa.

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